1. Um dos textos mais interessantes
e importantes do rebarbativo Mas... (1921) é consagrado a Raul Brandão.
Largamente judicativo, baseia-se nos três títulos mais emblemáticos que até
então tinham vindo a lume: A Farsa (1903), Os Pobres (1906) e o Húmus
(1917):
Raul Brandão
«O “Húmus” é um grande livro: – a erguer-se no campo florido do pensamento
latino: – estercolando revolta, esvurmando miséria e desgraça por todas as
junturas: – como o escarro dum gigante solitário sobre os tapetes macios duma
sala de anões.»[1]
[1]Ferreira de Castro, «Raul Brandão», Mas.., Lisboa, 1921, p. 34.
Do livro a publicar, Sobre e à volta de Ferreira de Castro










































































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