Integrando o grupo do Suplemento Semanal Ilustrado do jornal A Batalha e da revista Renovação, ambos publicados sob a égide da central anarco-sindicalista Confederação Geral do Trabalho (CGT), Assis Esperança é um dos mais representativos ficcionistas dessa corrente de pensamento do romance social, que abrirá as portas ao neo-realismo. Sob a égide de alguns conceitos do anarquismo, chave para a compreensão da sua obra, analisa-se a novela de recorte rural «Ruínas», incluída no livro Funâmbulos (1925), procurando identificar em que medida as concepções libertárias se reflectem nas personagens e na sua relação com o meio, sem esquecer as intervenções judiciosas do narrador. (Desenho: Assis Esperança Roberto Nobre, Museu de Faro.)
Do livro a publicar, Sobre e à Volta de Ferreira de Castro











































































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