A edição, em 1924, do primeiro tomo do Guia de Portugal – Generalidades – Lisboa e Arredores, dirigido e organizado por Raul Proença (1884-1941), é um dos mais nítidos exemplos do intelectual em acção, de acordo com o ideário seareiro de que o publicista foi o mais acérrimo propagandista.
Não se pode, com efeito, desligar o Guia de Portugal do grupo da Seara Nova e do escopo de regeneração nacional que ele se propunha. O Guia saiu dos prelos da Biblioteca Nacional, então dirigida por Jaime Cortesão (1884-1960), sendo Proença chefe da Divisão dos Seviços Técnicos, Aquilino Ribeiro (1885-1963), segundo-bibliotecário e Alexandre Vieira (1884-1973), chefe dos Serviços Gráficos – este último, anarco-sindicalista, futuro secretário-geral da Confederação Geral do Trabalho (CGT) e director do diário A Batalha, não integrante do grupo da Seara, a que devemos acrescentar, entre outros, os nomes de Câmara Reys (1885-1961), António Sérgio (1883-1969), Augusto Casimiro (1889-1967) e Raul Brandão (1867-1930).
Do livro a publicar, Sobre e à volta de Ferreira de Castro











































































No comments:
Post a Comment