Gostaria de registar que Alves Redol é lido e tratado como merece, com minúcia e desvelo, no ano do seu centenário – dele e dos de Manuel da Fonseca, José Marmelo e Silva e Afonso Ribeiro. Redol que é o rosto do Neo-Realismo e que de acordo com Vítor Viçoso, erigiu o «Ribatejo como símbolo literário» (p. 104). Um pouco, acrescento, como Jorge Amado e a Baía. São topónimos que passaram a ter uma ressonância literária e quase mítica.
(texto lido na apresentação do livro no Café Saudade, Sintra, em 21 de Outubro de 2011)
(imagem)
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Tuesday, September 18, 2012
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