Desde que uma obra de arte seja bela é, desde logo, duma utilidade social, independentemente da sua ética.
(Roberto Nobre)
Publicado em 1940 pela Guimarães & C.ª, A Tempestade foi desde logo encarado por Ferreira de Castro como um romance de recurso, tal como sucedeu com os livros de viagens, Pequenos Mundos e Velhas Civilizações (1937-38) e A Volta ao Mundo (1940-44), em face dos constrangimentos censórios de que o seu trabalho foi vítima na segunda metade da década de 1930.
Do livro a publicar, Sobre e à volta de Ferreira de Castro









































































