Estranho foi o vate açoriano ter colocado os dois poetas que menciona em conjunto com os ensaístas, assim com quem não quer a coisa – Afonso Lopes Vieira (1878-1946), já falecido, portanto inelegível, e António Correia de Oliveira (1879-1960), então com 71 anos. Lopes Vieira, que bebe na História de Portugal a substância da sua poética, Correia de Oliveira virado para a tradição e a ortodoxia católica. Estranho, pois não os juntar ao elenco prévio, pondo-os aqui, como se tivesse querido nomeá-los à força, sem lhes dar, contudo, o destaque que quis dar a Pascoais, Pessoa, Sá-Carneiro e Afonso Duarte, sendo certo que Cortesão e Sardinha foram também bons poetas, mas não foi com a poesia que principalmente se inscreveram na história literária portuguesa.
o que está a acontecer
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