Finalmente – e de forma mais sucinta --, a prosa de ficção. Escreve Nemésio que «fica afirmado e principesco, o nome de Aquilino Ribeiro.» -- natural e pacificamente escolhido, pois também este encaixava nas exigências determinadas pelo romancista de Mau Tempo no Canal, nomeadamente quanto à idade, consistência e coerência da obra, bem como «à intensidade e à densidade da expressão».
E, aparentemente o de mais ninguém – o que irá forçar Nemésio a violar as próprias regras, ao destacar, como o próprio escreve, quarentões e cinquentões, para que a prosa de ficção não fique agonicamente desfalcada; e assim adiante que àquela altura do campeonato – meio século de balanço da literatura portuguesa – já se podia «esboçar o apuramento da grandeza pelo balanço do realizado. Ferreira de Castro, José Régio e Miguel Torga, creio conciliarem com justiça e sem grande discrepância uma elegibilidade manifesta.»












































































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