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Wednesday, January 23, 2013

do jornalismo operário

Na recensão ao fac-simile publicado pela Câmara Municipal de Beja, em 2012, de A Felicidade de Todos os Seres na Sociedade Futura, de Gonçalves Correia, escreve António Cândido Franco, no último número de A Batalha:
«O jornalismo operário português da primeira metade do século XX deu um grande romancista de dimensão mundial, Ferreira de Castro, autor de A Selva (1930), o escritor português mais traduzido no mundo em meados do século XX; esse mesmo jornalismo produziu ainda escritores de excelente cepa, como Manuel Ribeiro, Assis Esperança, Julião Quintinha, Mário Domingues ou Jaime Brasil, e publicistas combativos e letrados como Alexandre Vieira, Neno Vasco, Campos Lima ou Cristiano Lima. Gonçalves Correia, pela habilidade e pela pureza da linguagem, pela ginástica da frase e pelo quilate das imagens, bem merece ser engastado como estrela de primeira grandeza nesta brilhante plêiade de escritores -- quase todos autodidactas como Correia.»

A Batalha, VI série, #252, Lisboa, Nov.-Dez. 2012.

Tuesday, April 14, 2009

Contra as Touradas

Contra as Touradas, edição de Luís Garcia e Silva, Cadernos d'A Batalha, Lisboa, 2002.
Artigos do Suplemento Semanal Ilustrado de A Batalha, por Ferreira de Castro [A morte do touro»], Mário Domingues, Carvalhão Duarte, Adelaide Cabete, Voz que Clama no Deserto (Jaime Brasil), Serra Frazão, Abilos, Cristiano Lima, Grupos Os Rebeldes e Labareda, e da Redacção, publicado entre 1924 e 1926.

Thursday, March 26, 2009

A Batalha, 90 anos

O último número de A Batalha (o 233 da VI série), publicado pelo Centro de Estudos Libertários (CEL), assinala os 90 anos do início da publicação do então diário da União Operária Nacional (depois, Confederação Geral do Trabalho - CGT), saído em 23 de Fevereiro de 1919, com a republicação de alguns artigos de colaboradores históricos do jornal: Alexandre Vieira, «Preparação de militantes operários» (1924); Manuel Joaquim de Sousa, «Igualdade e liberdade» (1923); Ferreira de Castro, «Os ferreiros» (1925); Julião Quintinha, «Os revolucionários em arte que são conservadores na vida social» (1925); Cristiano Lima, «A derrota dos livre-pensadores» (1925); Nogueira de Brito, «Felix Mendelssohn» (1924), e uma ilustração de Roberto Nobre de A Epopeia do Trabalho, que acompanhou o texto de Ferreira de Castro já referido.