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Friday, September 14, 2012

Jorge Amado e o episódio do Aeroporto de Lisboa referidos no Brasil

aqui

fonte: Álvaro Salema, Jorge Amado -- O Homem e a Obra -- Presença em Portugal,
Mem Martins, Publicações Europa-América, 1982

da esquerda para a direita: o editor Francisco Lyon de Castro, Mário Dionísio*, Alves Redol, Maria Lamas, Jorge Amado, Ferreira de Castro, Carlos de Oliveira, João José Cochofel, Fernando Piteira Santos* e Roberto Nobre.
Sentados em volta, agentes da PIDE, com o inspector Rosa Casaco em fundo.  
Lisboa, Janeiro de 1953

* disse-me António Mota Redol que a identificação de Mário Dionísio e Fernando Piteira Santos estará trocada

Friday, February 17, 2012

Literatura, Artes e Identidade Nacional -- Do Modernismo à Actualidade (4)

Todos estes movimentos de escola, nascem, portanto, na primeira metade do século, antagonizam-se entre si e também dentro de si próprios. O que não impede uma certa permeabilidade que as revistas demonstram: a presença recupera e promove autores da geração anterior (Pessoa, Sá-carneiro, Almada) e publica também neo-realistas como Cochofel, Manuel da Fonseca ou Namora; a Vértice é ecuménica, publicando desde Afonso Duarte, que vem da «Renascença Portuguesa», até Cesariny.

Actas dos 3.ºs Cursos Internacionais de Verão de Cascais - 1996, vol. IV, Cascais, Câmara Municipal, 1997. 

Tuesday, January 17, 2012

A NARRATIVA NO MOVIMENTO NEO-REALISTA -- AS VOZES SOCIAIS E OS UNIVERSOS DA FICÇÃO (9)

É interessante vermos que ambas as posições, bukharinista e jdanovista, parecem ter a sua tradução nacional: Mário Dionísio caracterizando o Neo-Realismo como uma «síntese do Romantismo e do Realismo no quadro de uma apropriação e superação da nossa tradição literária.» […] isto é: «Descrever o real e contaminá-lo com o sonho […]» (p. 30), parece-me estar mais próximo de Bukhárine, enquanto que Álvaro Cunhal – no confronto com José Régio, nas páginas da Seara Nova, em 1936, ou na polémica interna do Neo-Realismo esgrimida nas páginas da Vértice, coadjuvando, a partir da prisão, pelo brilhante e ultra-ortodoxo António José Saraiva, contra João José Cochofel, Fernando Lopes-Graça e outros –, é claramente a personificação da rigidez doutrinária.

Tuesday, July 06, 2010

Matilde Rosa Araújo

Matilde Rosa Araújo, morreu esta madrugada na sua casa em Lisboa, cidade que a viu nascer em 20 de Junho de 1921. Escritora, distinguiu-se sobretudo na área infanto-juvenil, com títulos como O Livro de Tila (1957) ou O Palhaço Verde (1962).
Foi uma grande amiga de Ferreira de Castro, amizade que se estendeu ainda para além da morte (era presença assídua no júri do Prémio Nacional de Literatura Juvenil Ferreira de Castro), e esteve com o escritor na direcção da Sociedade Portuguesa de Escritores (SPE) -- que viria a ser extinta pelo regime salazarista e vandalizada pela Legião Portuguesa, na sequência da atribuição do prémio de novelística a Luuanda, de José Luandino Vieira, militante do MPLA, então preso no Tarrafal --, entre 1962 e 1964. A SPE fora fundada por Castro (associado #2) e por Aquilino (associado #1).
A direcção a que Ferreira de Castro presidiu e Matilde integrou teve ainda a participação de João José Cochofel, Manuel Ferreira e Manuel da Fonseca.
(outro post, aqui)