«Mesmo na sua decadência, era ainda a borracha que movia tudo aquilo, os navios de diferentes portes e os rebocadores de agudos silvos; os guindastes de compridos braços e as vagonetas sobre carris brunidos ao longo dos cais, com um vaivém constante entre a beira da água e a fila dos galpões, vastos armazéns; e à borracha começava Alberto a sentir-se também incorporado, com uma sensação de fábula, agitado de curiosidade e de temor.» A Selva (1930)
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