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Monday, November 26, 2012

Valle-Inclán e Portugal



Acaba de ser publicado em Lugo, pela Editorial Axac, o estudo de Rosario Mascato Rey, Valle-Inclán Lusófilo: Documentos (1900-1936). Profunda conhecedora da obra Ramón del Vallé-Inclán, procede a um levantamento das relações portuguesas do autor de Sonta de Outono. Ferreira de Castro, é claro, que por ele nutria grande admiração, mas também Leal da Câmara, Novais Teixeira, Guerra Junqueiro, António Ferro e Armando Boaventura. Oportunamente escreverei a propósito.

Wednesday, January 25, 2012

Castro & Ferro

António Ferro e Ferreira de Castro
década de 1920, pormenor de  foto de grupo
in Mafalda Ferro e Rita Ferro, Retrato de uma Família
Lisboa, Círculo de Leitores, 1999.

Monday, December 26, 2011

Vítor Viçoso, A NARRATIVA NO MOVIMENTO NEO-REALISTA – AS VOZES SOCIAIS E OS UNIVERSOS DA FICÇÃO (6)

* uma aguerrida política de propaganda por parte do Estado Novo e do seu corifeu António Ferro, através do SPN, pondo em confronto a «estetização da política» como refere Viçoso à «politização da estética», por parte dos neo-realistas. Aliás, Vítor Viçoso regista a prevalência de «dois nacionalismos distintos» (p. 43): um retrógrado e paroquial, mas estilizado, fomentado pelo poder; o outro, universalista e humanista, no pressuposto da emancipação humana;

Thursday, March 03, 2011

Para além das ortodoxias: Ferreira de Castro e Francisco Costa (3)

Escrevendo sobre o último livro de Francisco Costa, José Carlos Seabra Pereira notou a persistência de um «franciscanismo» que se manifesta num intenso poema como «Cristo na rua» (5), já evidenciado naquele mesmo Verbo Austero, explicitamente em poemas como «Caridade», «O monge» ou o quinto poema de «Per crucem ad lucem» (6): «[...] Dei do meu pão; lavei mais duma chaga; / chorando, enxuguei lágrimas; e em paga / hei-de fitar o Sol, -- supremo gozo! [...]» (7) Ora o franciscanismo pressupõe uma atitude de opção pelos pobres e desprotegidos, de comunhão com o mundo dos homens que não era estranha a Ferreira de Castro, mesmo se por esse então a sua literatura participasse da euforia [a]pós-modernista dos anos vinte -- um modernismo então já com o postiço das lantejoulas à António Ferro, enquanto não chegava o assentamento presencista --, remetendo para um secundário plano temas pretensamente «vulgares». (8)

(5) Francisco Costa, Última Colheita, p. 49.
(6) José Carlos Seabra pereira, «A poesia na jornada de Francisco Costa», Colóquio / Letras #100, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1987, pp. 139-141.
(7) Francisco Costa, Verbo Austero, p. 104.
(8) Na 1.ª edição de Emigrantes (Lisboa, livraria Renascença, 1928), castro refere-se ao motivo excepcional da obra, muito diferente do que se passava com os seus livros anteriores. 

Vária Escrita #10, t. II, Sintra, Câmara Municipal, 2010.

Sunday, July 18, 2010

A Nova Geração: mais um presente da T

Grande parte dos companheiros de Ferreira de Castro, na década de 1920, está aqui. A ausência de Jaime Brasil é talvez a mais notória (também não me chocaria ver aqui Tomás Ribeiro Colaço, por exemplo); Roberto Nobre, nascido em 1903, era o mais novo e estaria ainda no Algarve. E faltam as mulheres: Fernanda de Castro, Judite Teixeira, Maria Archer...
Obrigado,T http://diasquevoam.blogspot.com/2010/07/nova-geracao.html (o Google Chrome enlouquece-me!), mais uma vez.