Showing posts with label Laurence Olivier. Show all posts
Showing posts with label Laurence Olivier. Show all posts

Thursday, June 10, 2010

Sete cartas de Luís Cardim a Roberto Nobre (3)

A película fora já distinguida com o Leão de Ouro do Festival de Veneza e prémio para a melhor actriz -- Jean Simmons no papel de Ofélia --, e tambem com os Óscares para a melhor produção e melhor actor -- Laurence Olivier, no papel de Hamlet.

«Sete Cartas de Luís Cardim a Roberto Nobre», Boca do Inferno, #1, Cascais, Câmara Municipal, 1996, pp. 95-96.

Também aqui

Sunday, June 21, 2009

Sete cartas de Luís Cardim a Roberto Nobre (2)

Esta crítica foi causa próxima de um ensaio de Luís Cardim, publicado também na Seara, durante cinco números, entre 16 de Abril e 24 de Maio desse ano, sob o titulo «É o Hamlet representável?», posteriormente editado em volume, ligeiramente aumentado e com outro título: Os Problemas do «Hamlet» e as suas dificuldades cénicas. (A propósito do filme de Sir Laurence Olivier), Seara Nova, Lisboa, 1949 -- facto que a publicação anuncia em manchete (manchete ao estilo da Seara, claro está...), saudando o autor: «incontestavelmente a nossa primeira autoridade em língua e literatura inglesa, como o Dr. Paulo Quintela o é para a língua e literatura alemã.» (1)
(1) 25 de Junho de 1949.
Boca do Inferno, n.º 1, Cascais, Câmara Municipal, 1996, p. 95.
Postado também n' A Caverna de Éolo.
(continua)

Sunday, June 14, 2009

Sete cartas de Luís Cardim a Roberto Nobre (1)

Publicado na Boca do Inferno, n.º 1, Cascais, Câmara Municipal, 1996

São sete as cartas de Luís Cardim que integram o espólio epistolográfico de Roberto Nobre, que agora apresentamos na íntegra, mantendo a ortografia e respeitando escrupulosamente a pontuação. Escritas entre 22 de Maio e 20 de Setembro de 1949, tiveram origem na crítica do autor de Horizontes de Cinema ao filme «Hamlet» (1948), de Laurence Olivier, estreado em Portugal no cinema Tivoli, em 24 de Janeiro do ano seguinte.
O texto de Nobre foi publicado na Seara Nova de 26 de Fevereiro de 1949 e constituiu um rasgado elogio da adaptação, enfileirando-a o crítico com A «Fera Amansada», de Fairbanks, «Romeu e Julieta», de Cukor, «Sonho de uma Noite de Verão», de Reinhardt e «Henrique V», do mesmo Olivier. Estas versões, que ele, do ponto de vista da «estética dinâmica», acolhe jubilosamente, haviam-no já levado a observar parecer ter Shakespeare escrito «não para o teatro, mas para o cinema».
(continua)