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Tuesday, November 08, 2016

e ainda...


Esta sexta, pelas 21.30h, estarei na Biblioteca Municipal Ferreira de Castro,
em Oliveira de Azeméis, no âmbito das comemorações.

Sunday, April 25, 2010

Castro para os mais novos

Matos Barbosa, O José Foi à Escola
Oliveira de Azeméis, Câmara Municipal, 1999

Sunday, November 15, 2009

correspondências - ao presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis

Ferreira de Castro
Rua Misericórdia, 68
Lisboa
29 Setembro 1973
Exmo Sr. Dr. Leopoldo Soares dos Reis, ilustre presidente da Câmara de Municipal de
Oliveira de Azeméis
Quando, na minha adolescência, eu tinha uma grande sede de cultura e nenhuns recursos materiais para adquirir livros, a Biblioteca Pública de Belém do Pará foi-me imensamente útil.
Centenário do Nascimento de Ferreira de Castro, edição de Pedro Calheiros, Aveiro, Câmara Municipal, 1998, p. 23.

Saturday, August 01, 2009

Três escritores em tempo de catástrofe: Castro, Zweig e Eliade (2)

Ferreira de Castro no Estoril: um intervalo na obra do escritor

Os pontos cardeiais da geografia de Ferreira de Castro (1898-1974) são a aldeia de Salgueiros (freguesia de Ossela, concelho de Oliveira de Azeméis), onde nasceu; o Brasil amazónico, que formou a sua personalidade; Paris, por razões culturais e políticas; e Sintra, onde jaz, num sopé da serra, e lhe é consagrado um museu monográfico.
Boca do Inferno, n.º 3, Cascais, Cãmara Municipal, 1998, p.92.
(continua)
Postado também n' A Caverna de Éolo.

Wednesday, May 20, 2009

Ferreira de Castro agitador no Brasil (2)

Nascido em Ossela, Oliveira de Azeméis, em 1898, Ferreira de Castro emigrou para o Brasil aos 12 anos, embarcando no vapor «Jerôme», rumo a Belém do Pará.

mercado de Ver-o-Peso, Belém do Pará

foto daqui
(continua)

Thursday, April 09, 2009

A Selva como expressão das ideias libertárias de Ferreira de Castro (1)

Publicado nas Actas do Congresso Internacional A Selva 75 Anos, Ossela, Centro de Estudos Ferreira de Castro, 2007
É feia. Mas é uma flor. Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio.
Carlos Drummond de Andrade
Quando penso no livro que nos reúne nestes dias, aqui em Oliveira de Azeméis, ocorre-me um verso do grande poeta Carlos Drummond de Andrade, de A Rosa do Povo. A Selva, de Ferreira de Castro, é um livro belíssimo sobre a fealdade, um «livro bárbaro» como lhe chamou o seu autor, escrito com as entranhas, fruto de um sofrimento excruciante.
(continua)