«Junto deste homem de rosto longo, com uma barba romântica -- uma barba que parecia recortada duma personagem de velho romance francês -- uns olhos sempre congestionados e uma boca sempre ofegante -- já que o coração o matava sob todos os aspectos -- aprendia-se a ser bom.» «Delfim Guimarães» (1934)
«Veio, este ano, o António da Zefa, que anda no peixe, em Lisboa; veio o Arturinho, que está de caixeiro no Porto, e veio o filho do Soares lavrador, que estuda, em Coimbra, para que a freguesia tenha a honra de dar também um doutor a Portugal.» «O Natal em Ossela» (1932/1974)









































































