Monday, June 05, 2017

«Txim, txim, txim, pó, pó, pó, pó»

Emmerico Nunes
O jazz, pois claro -- ou, melhor dizendo, o jazz-band, que muito se cabareteava naqueles anos vinte e trinta. E a música nem sequer era o principal, para o vulgo, antes umas pernas de mulher bem alongadas e de swing instintivo.  Ainda não vi, mas lá irei, à Biblioteca Nacional.



3 comments:

maria franco said...

Veio dos pretos esta moda
Onde não há fá nem dó
Tudo canta, pula e berra
Txim,txim,txim,pó,pó,pó

Foi retirado da letra de uma canção, pertencente à
Jazz-Band Infernal, uma peça de teatro que Fontana
da Silveira, (publicista) publicou em 1934, como sátira ao Jazz.
E hoje, já voltei a ver esta interessante exposição na minha
opinião, claro.

maria franco said...

E já agora, a propósito de Ferreira de Castro,
acabei há poucos dias de ler "A missão".
Uma delícia de escrita e de história.

Ricardo António Alves said...

Típico...

Sim, «A Missão», é uma jóia :|